inviabilizada sem a conquista de proeminente posição no mercado brasileiro, para cujo crescimento e modernização a companhia já vinha contribuindo desde aquele ano, com o estilo de operação e administração que imprimiu à CRT assim que assumiu o seu controle. O Brasil é, hoje, a principal base da Telefônica na América Latina.
No total, 75 milhões de brasileiros, quase a metade da população total, são atendidos pela Telefônica, que cobre importantes mercados nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste, esta última, em parceria com a Iberdrola.
A Telesp figurou, desde o início, como peça-chave da estratégia, e sua aquisição colocou sob o controle da Telefônica 5,58 milhões de linhas fixas. Com a maior renda per capita do país e uma grande concentração de empresas, São Paulo tinha, quando a companhia assumiu a administração da Telesp, uma fila de espera por linhas fixas com cerca de 4 milhões de inscritos. E esse volume, que vem se reduzindo rapidamente com a agilização da instalação de novas linhas, é ainda pequeno quando se leva em conta o imenso potencial de segundas linhas em residências e microempresas, cuja exploração será viabilizada imediatamente após o atendimento da demanda reprimida.
No mercado formado pelas micro, pequenas e médias empresas, essa tendência se consolidará também na área de comunicação de dados, com a esperada queda nos preços da contratação de serviços de baixa velocidade. No universo corporativo observa-se irreversível movimento para a adoção de tecnologias mais avançadas. Para esse segmento, a Telefônica já disponibiliza uma ampla gama de soluções completas de alto valor agregado e desenvolve novos produtos, a serem lançados ágil e continuamente.
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