Quando
apareceram os primeiros processadores aritméticos que permitiram
a criação das máquinas de calcular e dos computadores, um
dos componentes mais caros era a memória para armazenamento
das informações. No início da década de 60, um megabyte
de memória em disco custava cerca de US$ 10 mil por ano
e, hoje, esse gasto não passa de US$ 0,10. Isso gerou a
necessidade de se preservar as informações da forma mais
compacta possível.
O exemplo de economia mais comum foi a da representação
de datas, cujos campos relativos ao ano empregavam apenas
dois algarismos. Em vez de armazenar 01/01/1960, utilizava-se
01/01/60. Os cálculos envolvendo datas não eram afetados,
pois, a diferença entre 1960 e 1955 é exatamente igual a
60 - 55, ou seja, 5 anos, o que não preocupava ninguém,
até então.
Com o passar do tempo, alguns técnicos perceberam que com
o ano 2000, representado por 00, a conta 2000 - 1999 não
daria 1 e sim - 99, o que poderia gerar inconvenientes operacionais
em diversos setores econômicos, administrativos e de serviços.

Dúvidas e Sugestões:
y2k@telefonica.net.br
